terça-feira, 30 de outubro de 2007

E Deus Sabia…

Deus sabia que o ser humano iria cair. Por que, então, o criou? ....

Era uma vez quando nada tinha se passado e nem se passaria porque era a eternidade, e a eternidade é sempre e sempre é. O Deus eterno decidiu criar e tudo se fez da melhor maneira que podia se fazer. E o tempo começou.

Como falar da eternidade?

Deus criou-nos, apesar de saber de nossa escolha porque não há outro jeito de criar um ser livre.

Deus criou uma raça que iria escolher contra ele porque o seu amor não pode ser atingido pela frustração.

Deus criou porque assumiu sofrer o ônus cobrado pela justiça. A justiça cobrou o sacrifício de Deus. Foi aqui, no sacrifício, que a história começou.

Começou a história, cujo início é fruto da convulsão na eternidade. Deus teve, por decisão própria, de se sacrificar! A paz da eternidade foi quebrada na criação e restaurada no sacrifício. O que, na Eternidade, é imperceptível.

Essa dimensão da história, em que vivemos, nasce no sacrifício porque sem ele nada do que foi feito se fez.

Ariovaldo Ramos

Felicidade Peregrina.



... a felicidade é justamente a coleção das pequenas alegrias que vamos colhendo e celebrando pelo meio do caminho. Como todos nós, nossa felicidade também é peregrina. Guimarães Rosa sabia disso ao afirmar:




"a felicidade não está nem na partida nem na chegada, mas no meio da travessia".Já que a vida é infinita enquanto dura, então devemos celebrá-la constantemente fazendo o bem e fazendo isso muito bem. Se a felicidade é peregrina, o bem é definitivo. E no meio disso tudo está a vida, dom de Deus a ser celebrado, a ser desfrutado.

sábado, 27 de outubro de 2007

DO BELO

Nada, no mundo, é, por si mesmo, feio.
Inda a mais vil mulher, inda o mais triste poema,
Palpita sempre neles o divino anseio
Da beleza suprema...

DAS UTOPIAS

Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A mágica presença das estrelas...

Poeta: Mario Quintana

sexta-feira, 26 de outubro de 2007


Venham, benditos do meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vcs me deram de comer; tive sede; e vcs me deram de beber; fui estrangeiro, e vcs me acolheram, necessitei de roupas, e vcs me vestiram; estive enfermo, e vcs cuidaram de mim; estive preso, e vcs me visitaram.


Digo-lhes a verdade: O que vcs fizeram a alguns dos meus pequeninos, a mim o fizeram.


Mas o que vcs deixaram de fazer a alguns destes mais pequeninos, tbem a mim deixaram de fazê-lo.


Mateus :25- 31 a 46 - "O Julgamento das Nações"

"É preciso aprender a lição de ética que dá o povo da rua quando reparte o pouco que tem, para que todos sobrevivam. Essa ética particular, com mais razão, interpela a sociedade a repartir a abundância para que todos vivam humanamente, hoje e no futuro."

"O princípio ético da solidariedade."

Esse kra aí eh o Sr. Milton ... morador de rua na cidade de Formiga... grande figura... hje atardizinha consegui ver mto o seu sorriso... :)

Uma rua de Formiga... cidade onde moro...
"Dêem-lhes vocês algo para comer" Mc.6:37

Solidariedade e Simplicidade.


Temos recursos e tecnologia para vencer a fome. Falta-nos o espírito solidário e cristão para renunciar a privilégios e libertar-nos do vírus do egoísmo.




Precisamos abdicar do sonho consumista, e implementar uma conduta solidária, a partir de um estilo de vida inspirado no Evangelho.

Fome


- Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo.


- 11 mil crianças morrem de fome a cada dia.


- Uma pessoa a cada sete padece fome no mundo.


quinta-feira, 25 de outubro de 2007

The Ministry of Reconciliation

And he died for all, that those who live should no longer live for themselves but for him who died for them and was raised again.15

There fore, if anyone is in Christ, he is a new creation; the old has gone, the new has come!17

God made him who had no sin to be sin for us , so that in him we might become the righteousness of God.21 ( 2 corinthians 5:15,17,21)

A Armadilha Da Pobreza

A pobreza é um mundo de escuridão, onde cada dia é uma luta pela sobrevivência. Os pobres constituem a maioria da população em aproximadamente um em cada cinco países do mundo. Em países ricos, estão cada vez mais concentrados em comunidades minoritárias. Enfrentam uma vida de fome, desnutrição e doenças, e são desrespeitados em seus direitos à educação, a receber bom atendimento de saúde, a ter acesso a água limpa e saneamento, e a ter proteção em situações que possam lhes causar danos.
Ser uma menina nascida na pobreza significa enfrentar a discriminação muitas e muitas vezes, em condições penetrantes e insidiosas. Desde o momento da concepção, os direitos das meninas já estão em perigo. É possível que existam cerca de 60 milhões de ‘mulheres desaparecidas’ em todo o mundo, que estariam vivas hoje não fosse a discriminação de gênero, que começa antes de seus nascimentos e continua durante suas vidas.
Embora a discriminação contra meninas e mulheres seja encontrada em todos os continentes do mundo, devido à enorme escala de sua população e às restrições culturais contra gênero e classe, poucas regiões podem ser comparadas à Ásia Meridional, onde, a cada ano, milhões de meninas nascem na pobreza, em condições de servidão devido a dívidas, e em castas sociais desumanas. Mulheres grávidas pobres, preocupadas com o custo futuro do dote de uma filha, procuram cada vez mais os serviços dos 'médicos de ultrassonografia' itinerantes, e abortos ilegais de fetos do gênero feminino têm sido registrados em 27 dos 32 estados da Índia. Em algumas comunidades de Bihar e Rajasthan, as taxas de nascimentos, que naturalmente deveriam estar em torno de 100 mulheres para cada 103 homens, foram drasticamente reduzidas para 60 mulheres para cada 100 homens.
Essas meninas, crianças da pobreza, freqüentemente começam suas vidas preteridas em favor de seus irmãos com relação a alimentação, cuidados médicos e escolarização. À mercê dos homens de suas famílias e comunidades, sofrem o isolamento da ignorância e do analfabetismo, a agonia de espancamentos. Para meninas e mulheres da classe social mais baixa, humilhações públicas são freqüentes.
A pobreza de castas sociais persiste por toda aquela vasta região, desafiando leis que proíbem sua prática e destituindo de seus direitos, só na Índia, muito mais de 160 milhões de pessoas. Um peso particularmente cruel cai sobre as crianças, quando os pais contraem pequenos empréstimos em troca do envio ou da venda de uma criança para um dono de fábrica ou de fazenda. Na Ásia Meridional, estima-se em 20 milhões o número de meninas e meninos que trabalham nesta servidão da dívida, curvados sobre teares, fazendo tijolos ou enrolando cigarros com a mão – mas esse número talvez chegue a 40 milhões. Outros tantos, em número incontável, passam sua infância e adolescência em servidão doméstica, varrendo o chão e esfregando potes e panelas.
É perturbador imaginar o que espera uma criança de seis anos quando seus pais a colocam como garantia de dívida em troca de um empréstimo por sementes ou abrigo. É quase incompreensível que uma menina das montanhas do Nepal, vendida por seus pais empobrecidos a um agente que oferece emprego em uma fábrica de tapetes, em vez disso se encontre, juntamente com outras meninas, em uma sala sem janelas em Calcutá ou Bombaim, forçada a fazer sexo com duas dúzias de clientes adultos por dia. Assim como os países em que vivem, que estão presos na armadilha da dívida, as crianças raramente conseguem pagar as dívidas de seus pais, mesmo depois de 10 ou 12 anos, e perpetuam a servidão de suas famílias transmitindo-a a um irmão mais novo ou a seus próprios descendentes.

Guerra não declarada


Apesar dos progressos feitos, esta foi uma década de guerra não declarada contra mulheres, adolescentes e crianças, uma vez que pobreza, conflitos, instabilidade social crônica e doenças evitáveis, como HIV/AIDS, ameaçam seus direitos humanos e sabotam seu desenvolvimento.


Para mulheres e meninas, cada um desses obstáculos é composto pela discriminação contra elas, infiltrada em todos os setores da sociedade, em todos os países. A discriminação de gênero, tão arraigada em normas sociais a ponto de sequer ser noticiada, mantém meninas jovens fora da escola e impedem que as mulheres tenham envolvimento ativo e igualitário em suas comunidades. Esta discriminação está na base de muitas das violações dos direitos das mulheres, inclusive a coação física da violência doméstica ou o uso estratégico de estupro e gravidez forçada como armas de guerra. E onde os direitos das mulheres estão em risco, os direitos das crianças também estão.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

"Não precisamos realizar grandes obras afim de mostrarmos um grande amor por Deus e pelo próximo. É a intensidade do amor que colocamos em nossos gestos que os torna algo especial para Deus e para os homens." (Agnes Gonxha Bajaxhiu - Madre Teresa de Caucutá)